Futon para área externa: dois projetos que mostram como funciona na prática
- Equipe Mahana

- 9 de jul.
- 2 min de leitura
Quando a maioria das pessoas pensa em futon, imagina um sofá-cama dobrável. Mas a tradição japonesa de onde o futon vem é outra: um colchão feito à mão, adaptado ao espaço onde vai ser usado. É dessa lógica que a Mahana parte.
Um futon não precisa de uma estrutura própria. Ele é, na essência, o assento e a base pode ser o que o espaço já tem: uma bancada de alvenaria, um canto de concreto, uma mureta que sempre ficou sem uso. A partir daí, a gente cria o colchão exatamente para aquela medida, aquele ambiente, aquele uso.
Dois projetos recentes mostram bem como isso pode funcionar.

Um terraço em São Paulo
O espaço era pequeno e tinha tudo para ser subutilizado: uma área coberta com bancada de concreto, parede de argila, jardim embutido ao fundo. A proposta foi simples, transformar a bancada em sofá.
Fizemos os futons sob medida para encaixar na estrutura existente, em tecido branco impermeável. O resultado é um assento que parece ter sido projetado junto com o espaço, porque foi. Nenhuma peça de mobiliário chegou de fora. O que havia foi reorganizado e completado.
Esse é um dos usos que mais gostamos: o futon como acabamento de uma arquitetura que já existe.

Um sonho de quintal no Rio
Aqui o desafio era outro. O espaço era generoso, um terraço com vista para o Cristo, mas precisava de um sofá que não competisse com a paisagem e que aguentasse sol, chuva e vento.
Fizemos um sofá em L integrado à mureta do terraço. Tecido impermeável, fechamento em zíper para facilitar a lavagem, estrutura leve o suficiente para não pesar no espaço. As almofadas kilim que o cliente trouxe completaram o ambiente.
No Rio, especialmente, a área externa é uma extensão natural da casa. O futon de área externa nasce exatamente desse entendimento.
O que muda, o que não muda



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